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Desde a sua criação, há 75 anos, que a Organização das Nações Unidas se tem afirmado como o mais poderoso instrumento multilateral ao dispor dos Estados e dos cidadãos para a preservação da paz e segurança mundiais, na prossecução do desenvolvimento sustentável, e na defesa e promoção dos Direitos Humanos.

Os desafios que hoje enfrentamos a uma escala global tornam ainda mais indispensável um esforço concertado da comunidade internacional para os enfrentar. A pandemia de Covid-19 é um exemplo entre tantos outros de que apenas em conjunto se pode responder a ameaças que atravessam continentes e não respeitam fronteiras. Nesse esforço, as Nações Unidas e as suas agências assumiram e assumem um papel central e insubsituível.

Pela sua parte, sei que Portugal continuará a apoiar e a contribuir para o sistema das Nações Unidas, e a caminhar na senda do desenvolvimento sustentável, pela plena concretização da sua Agenda 2030. É aliás com orgulho que contamos hoje com a presença de um português no topo da organização, António Guterres, em cuja liderança e mundividência nos revemos.

Estamos absolutamente convictos que o respeito pelo Direito Internacional e a dignidade da pessoa humana, tal como consagrados na carta das Nações Unidas, permanecem os princípios basilares da ordem mundial e da presrvação da paz. É a partir deles que deveremos continuar a trabalhar na construção de uma sociedade mais justa e de uma economia mais amiga do Ambiente, em prol de um Mundo melhor. 

Londres, 24 de outubro de 2020

Manuel Lobo Antunes

Embaixador de Portugal

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